Ao psicólogo que trabalha na UTI Neonatal compete:
- Dar apoio a esses pais quando ocorre a morte do
bebê;
- Estimular (através do contato corporal, fala
,etc.) o vínculo dos pais e mães com seus bebês, pois a falta de um real
vínculo pode ser prejudicial ao desenvolvimento dessa criança.
- Permitir aos familiares de compartilhar sua
fantasia e ansiedade aliviando-os para que suportem estar freqüentemente
na UTI e estarem melhor na interação com o bebê.
- Interagir junto aos pais na intenção de ajudá-los nos seus questionamentos e dúvidas sobre a compreensão dos problemas físicos e orgânicos do seu bebê auxiliando na relação médico–pai/mãe na medida em que os pais freqüentemente bloqueiam a explicação do médico e outras vezes sentem receio em questionar o próprio médico.
Neste
momento o bebê vem acompanhado de problemas físicos, fios, aparelhos que
assustam a primeira vista entrando em contraste com o bebê tão imaginado e
fantasiado até o momento. O psicólogo deve intervir para preparar este pai e
esta mãe para que possam ter a melhor participação possível e aceitação
necessária para que possam interagir com RN que necessita dessa interação para
se formar psiquicamente e sobreviver.
Com
os seus conflitos internos diante da responsabilidade de ser pai/mãe e da
reorganização dos papéis na nova família e diante do inesperado e do
incompreensível eles passam por um período de grande ansiedade, angústia e
medo.

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